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Inspeções

Inspeção: Planta — Quina — quinina e antimalárico histórico

Publicado em 31 de julho de 2026

Escopo Inspeção educacional de Quina (Cinchona sp.) a partir do catálogo de plantas do Inspetor BudGanja. Este relatório reúne a ficha pública com o método verificável do laboratório — não é protocolo clínico e não substitui orientação profissional de saúde. > Nota metodológica: auditoria independente BudGanja com base na ficha em /plantas/quina/. Conteúdo apenas educacional. ## Objeto inspecionado | Campo | Valor |

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| Nome popular | Quina |
| Nome científico | Cinchona sp. |
| Família | Rubiaceae |
| Categoria no hub | Plantas medicinais |
| Slug no catálogo | `quina` |
| Data da inspeção | 2026-07-31 | ## Resumo Cinchona — casca histórica da quinina; antimalárico clássico — referência de farmacopeia, não chá doméstico. ## Partes usadas - Casca ## Usos tradicionais (catálogo) - Referência histórica antimalárica (quinina)

- Contexto de farmacopeia e história da medicina ## Cuidados Quinina e derivados são fármacos potentes — espécies e usos regulamentados; não automedicar com «chá de quina». Conteúdo educacional. ## Identidade e etimologia Quina / quina-quina de origem quechua kina ou quina — casca amarga dos Andes. Quinina nomeia o alcaloide isolado que revolucionou o tratamento da malária. ## Química e marcadoresMarcadorNotas
Quinina (alcaloide)Principal alcaloide da casca — amargo intenso; base histórica de antimaláricos.
Quinidina e cinchoninaAlcaloides congéneres — quinidina tornou-se antiarrítmico; perfil toxicológico próprio.
Cinchonidina e cinchoninaPerfil alcaloídico total varia por espécie (C. calisaya, C. officinalis, etc.).
Taninos e flavonoidesFração não alcaloídica — irrelevante para actividade antimalárica histórica.Limites da leitura química: perfis variam por cultivar, parte usada, secagem e preparo. Isto não é protocolo clínico nem laudo de produto. ## Usos e benefícios (contexto educacional)
Antimalárico (histórico/farmacológico)Quinina isolada substitui chá de casca — uso clínico regulado; resistências modernas limitam papel.
Amargante e tónico (histórico)Extratos amargos em bebidas tónicas — tradição europeia; dose residual sem efeito antimalárico.
Referência de história da medicinaEspécie cultivada em colónias — exemplo de bioprospecção andina; valor educacional BudGanja.Limites da evidência: tradição popular e interesse científico não substituem diagnóstico, prescrição ou acompanhamento profissional. ## Cuidados reforçados Quinina é cardiotóxica e ototóxica em excesso — síndrome cinchonismo (zumbido, visão turva). Não automedicar chá de casca. Interacções com múltiplos fármacos. Uso histórico ≠ protocolo actual de malária. ## Ficha do catálogo Página completa: Quina ## Hub Voltar às inspeções de plantas.

Quina · Cap. 28